Aqui está a décima primeira e última ronda de perguntas. Muito obrigada a todos aqueles que participaram!
Perguntas da Cláudia Persi:
O que mais gostas numa pessoa?
Fisicamente: o sorriso, o olhar e que faça covinhas no rosto.
A nível de personalidade: o sentido de humor, a honestidade, a capacidade de não se levar a sério, a responsabilidade e o facto de ter objetivos de vida.
«(...) Cada dia é um bico d’obra
Uma carga de trabalhos, faz-nos falta renovar
Baterias, há razões de sobra
Para celebrarmos hoje com um fado que se empolga
É dia de folga!»
O que as pessoas querem é saber. E enquanto não o conseguem vão lançando as suas teorias até obterem qualquer reação que denuncie o alvo das provocações. É triste. E há dias em que me apetece esquecer a delicadeza e dizer friamente «vai direto à questão, não precisas de ficar a mandar bocas». Mas como li há dias, «inteligente é aquele que se faz passar por burro perante aqueles que se armam em espertos».
Na publicação de ontem (Vingança misteriosa) partilhei o micro relato com que concorri ao passatempo lançado pelo AXN, sobre o qual falei aqui. Uma vez que já saíram os resultados, fez-me sentido mostrar-vos a minha participação. Não ganhei, nem perto disso, mas foi gratificante desafiar-me e receber o vosso feedback tão positivo. Aquele texto não terá continuação, mas, se calhar, não será o único, talvez me aventure mais vezes neste género de mistério e crime. Além disso, deu-me ideia para aquilo que espero que venha a ser uma nova rubrica.
«A vingança profunda é a filha do profundo silêncio», Vittorio Alfieri
Um grito. Um disparo. Depois disso não tenho qualquer memória. Nem uma explicação plausível para ter acordado no quarto 17, quando o meu é no fundo do corredor.
Ir ver «O Principezinho». Não é segredo, sou apaixonada por esta história irresistível, por isso não podia ter ficado mais feliz quando me disseram que ia sair o filme. O trailer está incrível, mal posso esperar para ir ao cinema!
Segunda-feira! Para mim, este dia da semana simboliza recomeço e/ou a oportunidade de continuar com algo. É como se chegassemos ao fim de um ciclo e nos fosse dada a hipótese de fazer tudo com ainda mais vontade e sentido.
... um pedaço de nada, que anseia a novidade de um novo amanhã!
A Andreia, do blogue Andreia Pereira Blog, nomeou-me para a tag «About me and my blog». Antes de avançar, tenho que lhe agradecer por se ter lembrado de mim. Passamos às perguntas?
«Você conseguiria ficar feliz durante 100 dias seguidos?»
Chegamos ao fim de mais um capítulo. E sinto que as palavras se repetem, porque a velocidade com que o tempo passa não deixa de me surpreender. É estranho perceber que o primeiro objetivo deste desafio foi superado há vários meses. E é igualmente gratificante olhar para o caderno e ver que estou um passo mais perto de concluir aquilo a que me propus. No dia em que entramos em dezembro, tenho mais trinta dias de felicidade para partilhar.