Às claras. Agora, apenas agora, compreendi que o teu [falso] amor não era desprovido de interesses externos. O meu, genuíno e inocente, tornou-se seco nesse coração de pedra. Amei-te. Mais do que tu me amaste a mim. Porque a minha única preocupação era proteger-te, mantendo-te livre, enquanto, para ti, fui apenas um golpe de sorte, o teu amor ao acaso, para lamberes as feridas e partires à conquista. E é curioso como até nisso fomos o oposto um do outro: foste o meu tudo. E eu apenas servi de passagem, talvez de paragem, para uma história maior.
«Se não tivéssemos inverno, a primavera não seria tão agradável...», Anne Bradstreet
Primavera em flor
Que desabrocha
Em saudades
De mil cheiros
Pássaros que sobrevoam
O meu céu
Límpido
Sem mágoas
«Qual o melhor sítio para nos reunirmos?»
Uma das vantagens de ter um blogue é a interação que conseguimos estabelecer com aqueles que optaram por criar um, independentemente dos motivos e do(s) temas(s) que pretendam abordar. Escrever apenas por si só, para mim, já é algo fascinante, mas conseguir compreender o impacto que teve em quem leu torna tudo muito mais gratificante. E melhor ainda é quando a conversa se estende para além das publicações.
O segundo semestre começou há duas semanas, mas é hoje que se inicia uma das etapas mais importantes: a Prática Educativa Supervisionada I (estágio). O primeiro contexto é a creche. E, no meu caso em concreto (juntamente com o meu par), integrarei uma sala com crianças de um ano. O medo e o entusiasmo caminham de mãos dadas, mas estava ansiosa que chegasse a este dia. Façam figas por mim!
Provar sushi! Tenho imensa curiosidade. E o facto de já ter ouvido opiniões tanto positivas, como negativas só aumenta a minha vontade de o fazer.
«Assim como conheces alguém ouvindo a música que ele ouve, com maior razão a conhecerás pelos livros que lê. Nem pode ser de outra maneira. Não podes conhecer, gostar, amar outra pessoa directamente. Nunca. Cada pessoa é uma espécie de mundo, afastado dos outros por intervalos intransponíveis: não podes ver com os seus olhos, sofreres com a sua pele, adivinhares o que ele ignora. A maneira que tens de romper o isolamento em que estás é construir pontes, passagens, caminhos subterrâneos, entre o teu mundo e o mundo do outro. Foi o que foste aprendendo e o que menos te importa são as certezas. As certezas não te levam a lado nenhum, são unicamente certezas», Pedro Paixão.
«Cozinhar é como tecer um delicado manto de aromas, cores, sabores, texturas. Um manto divino que se deitará sobre o paladar de alguém sempre especial», Sayonara Ciseski
A predisposição para cozinhar nem sempre é a mesma, assim como o tempo, por isso é útil termos guardado (em que suporte for) um conjunto de receitas que seja rápido e, igualmente, saboroso. A sugestão de hoje é muito simples e versátil, uma vez que a podemos alterar e adaptar ao nosso gosto. A base da omelete é quase sempre a mesma, os ingredientes é que podem ser ligeiramente diferentes, consoante o nosso apetite no momento. Para este doce ou salgado q.b., as delícias do mar, que eu adoro, serão as protagonistas. Depois podemos acrescentar um acompanhamento e tornar o prato mais completo. Vamos começar?
















