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Ver A Bela e o Monstro. Porque é, indiscutivelmente, uma das minhas histórias de eleição, sobretudo pela mensagem que lhe está inerente. Perdi conta às vezes em que assisti ao filme de animação quando era criança. E à medida que fui crescendo também me acompanhou, ainda que não de forma tão regular, até porque deixei de ter o aparelho para ver cassetes. Com estreia marcada para março, estou desejosa que estreie em Portugal. Além disso, depois de ver o trailer (aqui), sinto que esta versão com imagem real tem tudo para surpreender. E atribuir ainda mais encanto ao enredo. Há histórias intemporais. E esta será sempre uma delas!
Vi, finalmente, As Cinquenta Sombras de Grey! Depois de me ter rendido à trilogia, só me faltava mesmo assistir ao filme. Apesar de ter demorado bastante tempo a fazê-lo, a curiosidade nunca deixou de ser imensa. É interessante ver as personagens a ganharem forma. E compreender melhor todo aquele jogo de sedução, o quebrar de limites, os medos, a necessidade de controlo e as constantes mudanças que Grey e Anastasia provocam um no outro. Por mais emoção e mistério que nos proporcionem as palavras - que o fazem - ver todo o enredo a acontecer neste formato torna tudo muito mais fascinante. Real. E próximo. Porque vemos as expressões. As reações. E já não nos limitamos a imaginar toda a cena descrita. E mantenho a minha opinião de que a história é muito mais do que aquilo a que a tentam reduzir (aqui). É curioso ver o contraste entre a ingenuidade de Steele e a personalidade intimidade de Christian, e acho que os atores conseguiram captar essas características. Além disso, a banda sonora encaixa na perfeição em todos os momentos. Hoje sai a segunda parte - As Cinquenta Sombras Mais Negras. E eu não podia estar mais entusiasmada para a ir ver ao cinema!
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A tag «8 coisas» não me era desconhecida. E já tinha vontade de a fazer há algum tempo. Ao vê-la no blogue Precisava de Escrever, da Ana Bessa, decidi que não ia adiar mais. Sendo assim, aqui ficam as minhas respostas.
8 coisas para fazer antes de morrer:
- Conhecer Portugal de Norte a Sul;
- Tirar um curso de fotografia;
- Comprar uma Canon;
- Publicar um livro;
- Ser mãe;
- Andar de avião/Andar de balão;
- Fazer uma tatuagem;
- Ir a Barcelona.
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«Eu quero sentir o que sinto», Toni Morrison
Começaste por agarrar a minha mão
Até agarrares o coração inteiro
Nessas cartas por abrir
Sob o brilho incessante das estrelas
Que nos guiam
Em noites de insónias
Sinto o perfume intemporal
Do teu abraço
Inquieto
Como se fosse uma ponte
Entre as minhas memórias
E o teu desejo
De me ter presa
Ao teu amor
«Olha só para nós,
Eu andava atrás do sonho
Que não ouvi a tua voz,
A chamar por mim
E a dizer que se começa também pode ter um fim
Podes dizer que eu não vi
Mas agora sei que o sonho não é sonho sem ti
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«(...) o que interessa é que amas», John Lennon
Se tanto menos houvesse para dizer
Tanto mais queria
dizer (-te)
Por gostar de olhar ao espelho
Por gostar de olhar ao espelho
E ver que a tua
sombra
Ainda reflete do meu lado esquerdo
Em todas as manhãs que procuro o
teu olhar
Em todas as noites que procuro o aconchego dos teus braços.
«É difícil encontrar uma pessoa que nunca teve uma coleção ou pelo menos tentou colecionar algum tipo de objeto ao longo da vida», Mariana Teodoro.
A minha infância não foi pautada por um infindável número de coleções. Do que me recordo, fiz de tazos, dos pequenos matutolas, de cromos de futebol e de anilhas. De todas estas, a que mais me custou ter perdido, sem saber como, foi a dos matutolas. Tinha imensos e sei que me fartei de brincar com aqueles pequenos monstrinhos. Posteriormente, passei a guardar objetos com um valor mais simbólico, como bilhetes de cinema, de futebol, recortes de jornais - e ainda tenho as capas onde arquivei todos esses pedacinhos de histórias.
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«Todos temos uma noite para lá de nós», José Luís Peixoto
A noite já se faz sentir lá fora. Há escuridão. A rua está deserta. O silêncio só é quebrado pela brisa suave. E pelos sons residentes do lado de fora da janela.
Continuo a esperar por ti. Olho em meu redor. E apenas vejo partes de ti espalhadas em cada canto da casa, em cada recanto da minha alma obtusa e inconformada. Olho em frente, mas tu não estás. Por entre as janelas sinto o frio da noite a chegar, mas não te traz com ele. No meu coração sentia o desejo. E ouvia a constante repetição das palavras «antes trouxesse».













