A ideia de criar um instagram para o blogue já me acompanha há algum tempo, sobretudo depois de deixar de partilhar excertos das publicações na minha conta pessoal, porque não senti que fosse funcional. No entanto, fui adiando essa decisão... até sexta!
«Cozinhar é como tecer um delicado manto de aromas, cores, sabores, texturas. Um manto divino que se deitará sobre o paladar de alguém sempre especial»,
Sayonara Ciseski
Estava, há umas semanas, na cozinha a tentar preparar o meu lanche da tarde, mas sem grande sucesso. Sabem quando olham para o que têm disponível e nenhuma das opções vos agrada? Era, precisamente, assim que eu estava. E dei por mim naquele dilema típico: apetecia-me algo, que não sabia bem o que seria. Por isso, fui procurar uma receita que me satisfizesse. Felizmente, não demorei muito a encontrar uma que cumprisse os requisitos. Rápida e saborosa, «é ideal para desejos de última hora». Confirmo!
Imagem retirada do google
Não se trata de correr atrás, mas de caminhar lado a lado. Nessa base de reciprocidade flexível, sem exigir que se seja na mesma escala: de cedência, de compreensão. Desde que se entenda que aquilo que uma pessoa dá de si pode não ser igual ao que recebe, porque a disposição emocional nunca é a mesma, mas que o amor, a entrega e o compromisso estão em perfeita sintonia. Isto não é uma competição. Nem um jogo de troca direta, em que hoje cedo eu e amanhã cedes tu. É um percurso em que as duas partes se descobrem. E aprendem a arte de partilhar, de saber ouvir e de agir por vontade e não por obrigação. Porque encontram o seu ponto de equilíbrio. E uma base que lhes permite ser sem filtros.
Gostava de saber a vossa opinião sobre a pergunta da publicação marcada.
Imagem retirada do google
«Uma jovem herda uma mansão histórica e as chaves para decifrar um mistério. Será que o amor também faz parte de tão surpreendente legado?»
Jardim de Alfazema foi outro dos livros que comprei no Bazar Encontramos em Veneza, da Maria Francisca. É em edição de bolso e o seu título chamou-me logo à atenção. Apesar de não conhecer a obra de Jude Deveraux, achei que devia arriscar, até porque me pareceu o tipo de história que é capaz de me prender facilmente. E não me enganei!
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Tu não queres saber. E vou eu ter que querer pelos dois? Honestamente, não me parece. Nunca tive feitio para aguentar incompatibilidades abismais. Além disso, não pedincho atenção. E muito menos amor!
Imagem oficial do desafio
A Sandra A. [Intensamente] adaptou o desafio «Já fiz/Nunca fiz» ao blogue. E pediu aos seus seguidores para lhe deixarem questões na publicação que escreveu para o efeito. A única condição é que se iniciassem com «Eu já» ou «Eu nunca». Posteriormente, acrescentou algumas da sua autoria. Por ter contribuído, fiquei automaticamente nomeada. E não posso avançar sem, primeiro, agradecer a oportunidade. Além disso, agradeço de igual forma à Simple Girl [Um Refúgio para a Vida], que também me desafiou a responder! Vamos descobrir em que consiste?
«Hoje é o dia certo para avançar
Para colocar os pontos nos "Is"!
Se a sina não me atraiçoar
Talvez vá ser feliz (bis)
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... outono!
Igreja de San Froilán
«As Festas de San Froilán são as mais concorridas da Galiza. E duram quase toda a quinzena de outubro»
A segunda grande paragem na viagem de regresso foi sugerida pelo nosso vizinho e amigo de longa data, que ficou encantado com o local, principalmente com o facto de o seu centro histórico se encontrar dentro de uma muralha: «Declarada Património da Humanidade pela Unesco, é a única muralha romana do mundo que se conserva na integra». Onde nos encontramos? Em Lugo!