 |
| Fotografia da minha autoria |
«Batom é o pincel que pinta os lábios dela. É aquilo que transforma em obra prima o que já era arte»
A minha relação com a maquilhagem esteve sempre reduzida ao mínimo. E, atualmente, não varia muito para além disso, não só pela falta de identificação com esta área - e arte, se ponderarmos bem -, mas também pela minha clara falta de habilidade. No entanto, isso não significa que seja completamente indiferente a algumas das suas componentes. E a zona labial tem sido o meu foco.
 |
| Fotografia da minha autoria |
«O que faria com uma noite que mudou tudo? Até onde iria em nome do amor?»
Os laços que se estreitam através desta plataforma são um dos aspetos que mais me motivam, porque sinto que é este lado humano que torna a experiência inspiradora. Há registos, conteúdos e sonhos singulares, que atribuem um significado especial a todo o desenvolvimento escrito, aproximando-nos do seu autor. E quando os nossos caminhos se cruzam, ainda que à distância, acabamos por vibrar com mais entusiasmo, como se as suas metas fossem parte da nossa.
 |
| Fotografia da minha autoria |
«Quer entrar na minha vida? Entra. Quer sair da minha vida? Saia. Só não fique na porta, atrapalha a passagem»
Sou tudo aquilo que tu conheces. E mais ainda o que não te desvendei. Há um recanto escondido onde nunca ousaste entrar, talvez, por medo de te desiludires, de me magoares ou, então, porque nunca te incentivei o suficiente a fazê-lo - demoradamente, mas plena em certezas. E eu sei, aprendi-o também, que os sinais que nos parecem indecifráveis provocam sempre uma reação impercetível no outro, que se torna nítida com a repetição. Mas reconheço que, mesmo hoje, não sei se quero que o descubras. Há algo que me deixa de pé atrás. Se calhar, por toda a tua hesitação. Não me dizes, mas eu sinto que existem coisas minhas que não queres, de todo, conhecer. Como se tivesses receio que o meu passado te atrasasse e que a minha bagagem te pesasse nos ombros. E o que eu menos quero é representar um fardo no teu caminho. Portanto, está na hora de te perguntar o que tanto adiei: vais entrar ou vais ficar com um pé de cada lado? Podes vir pela porta ou pela janela, desde que o faças de peito aberto, sem camadas que nos separem. Porque quero perceber com quem conto e até que ponto não escureço a nossa liberdade. E se ficas do lado de dentro ou do lado de fora já só depende de ti. A minha casa está quase toda aberta, mas há uma chave escondida, à tua espera, para te acolher.
M, 14.03.2015
 |
| Fotografia da minha autoria |
«A cultura abre portas»
O investimento que fazemos na cultura reflete-se na forma como observamos e abraçamos o mundo e os nossos pares. Além disso, é uma fonte inesgotável de conhecimento e de aprendizagens, permitindo-nos alargar horizontes, quebrar preconceitos e lutar por causas de máxima relevância e importância, enquanto assistimos a espetáculos que nos potenciam momentos de lazer inesquecíveis - sozinhos ou acompanhados.
 |
| Fotografia da minha autoria |
«Gosto de criar frases de madrugada»
A minha estreia enquanto criadora de conteúdo - quando ainda não existia foco neste género de designações - foi feita sem rede. Tinha um propósito, sim, mas nenhum fio condutor. O meu plano editorial avançava consoante a pertinência de um tema e não por uma sequência cronológica inflexível. Portanto, não existia qualquer regularidade na partilha, ainda que procurasse não me ausentar durante um período de tempo longo. E sinto que esta fluidez, própria de quem está a começar, me permitiu perceber qual o registo que mais me desafiava e me deixava confortável para desfrutar desta aventura.
 |
| Fotografia da minha autoria |
... Marcadores de Livros!
[Uma mania que tenho, sempre que abro uma obra literária numa livraria ou num hipermercado, é verificar se trazem algum marcador. Porque sinto que é um cuidado extra, ainda que, depois, possamos não utilizar aquele em específico. É um objeto no qual não invisto muito, atendendo a que tenho três incríveis - dois do Principezinho e um em forma de pena -, oferecidos por pessoas muito importantes. No entanto, perco-me nos vários que existem. Porque há opções lindas. E, assim, as pausas nas nossas leituras adquirem um toque especial].
 |
| Fotografia da minha autoria |
«E voltamos ao nosso Era uma vez»
A noite estava fria. As luzes da cidade cobriam o céu de um tom quente. E, ao longe, enquanto me despedida da estação de S. Bento, avistava uma Avenida dos Aliados - tão familiar e sempre tão intensa na forma como nos acolhe no seu regaço - a ser preenchida por uma moldura humana plural, distinta e unida por um motivo comum: o concerto do Diogo Piçarra, que voltou a fazer história.
 |
| Fotografia da minha autoria |
«Uma mistura entre um desafio e um clube de leitura»
A leitura é uma constante na minha vida. Por mais que o meu mundo esteja em desequilíbrio, há sempre um enredo que me acalma; que me embala e que me permite desligar. Por isso - e mesmo quando o meu coração está sereno -, faço por, diariamente, reservar um pouco de tempo para ler. Existem ocasiões nas quais a disponibilidade mental e emocional, principalmente, não o potencia. Mas, quando a energia é plena e os compromissos não me absorvem, aconchego-me no meu quarto e mergulho numa nova história.
 |
| Fotografia da minha autoria |
«Os nossos desejos são incontáveis»
O nosso crescimento não se restringe à idade e à altura. Estende-se à nossa maturidade e à desconstrução que fazemos de certos hábitos: porque necessitam de ser ajustados. Ou, então, porque deixamos de nos identificar - podendo, inclusive, encontrar alternativas mais significativas. Faz tudo parte de um processo de aprendizagem e, sobretudo, de conhecimento pessoal. E isso só é possível quando nos predispomos a olhar fundo, para dentro da nossa alma.
 |
| Fotografia da minha autoria |
«Se chovesse felicidade, desejava-lhe uma tempestade»
A minha passagem de ano, ao contrário dos últimos quatro anos, foi celebrada no conforto do meu lar, rodeada da minha fortaleza. A animação era tanta - e a conversa estava tão boa -, que nem demos conta que estava na hora de iniciar a contagem decrescente. Mas, entre abraços apertados e brindes com Somersby, não trocava este momento por qualquer outro. E, baixinho, só para mim, desejei que o tempo fosse generoso e nos mantivesse sempre perto - tenho a certeza que o fará. Despedi-me de 2018 em família, a recordar momentos felizes e com muito amor. E abracei 2019 com a mesma intensidade - e a cantar os parabéns à minha tia. Espero que o vosso ano seja pautado de muita luz boa. Porque vocês podem tudo, nunca duvidem. Arrasem ❤
Como foi a vossa passagem de ano?