Entre Margens

Fotografia da minha autoria



«Tu querias perceber os pássaros»


Sobre os telhados do Porto
Coloridos por clarabóias envelhecidas
Há um mundo feito de seda
E de sonhos luzidios

E enquanto ouvíamos Rui Veloso
A dedilhar na guitarra um pedido
De uma não mentira
Escutávamos os pássaros ao longe
A fazer ninhos
Como quem assenta raízes
Para não mais voar

E já sem amarras
Sobre os telhados do meu Porto
Observo o futuro
De um coração em sossego
Por regressar a casa

Fotografia da minha autoria



«A constante dicotomia entre o encanto e o desencanto»

Avisos de Conteúdo: Morte, Doenças Terminais, Aborto


A confiança que os outros depositam em nós é algo que me comove. Por isso, fiquei bastante sensibilizada quando, ao conferir as mensagens no e-mail do blogue, tinha uma da Teresa Vieira Lobo, que assumiu o pseudónimo de José Vieira, com a possibilidade de ler o seu mais recente livro, numa nova parceria generosa.


O LADO SOMBRIO DA NATUREZA HUMANA

A Verdade e a Vertigem reúne um conjunto de contos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana. Com uma linguagem explícita e direta, a autora explora assuntos delicados e que tantas vezes nos transportam para o limbo, para a dicotomia da nossa jornada, até porque a vida é feita de inúmeras condições e vivências.

«Quando amamos o outro, porém, não gostamos daquilo que criamos juntos»

Caminhando perto de vários protagonistas, com os quais conseguimos identificar-nos com facilidade, há sentimentos que despertam reações bastante específicas, permitindo-nos experienciar o choque, o medo, a tristeza, as alegrias, os êxitos, os fracassos, os obstáculos e os [des]amores. Além disso, evidencia problemáticas que continuam a ser de máxima importância, como a persistência de uma sociedade machista, o papel da mulher, invisível e subjugado a opiniões alheias, o luto e os dilemas inerentes às nossas decisões. No fundo, como a própria autora menciona no epílogo, esta obra «é a constante luta entre estar vivo e não estar».

«Porque a igualdade de género é ainda uma meta a atingir»

A Verdade e a Vertigem mostra o quanto é complexo gerir cada provação. Porém, faz tudo parte do processo. E superar os nossos limites, sem esquecer a reflexão constante destes impasses, pode proporcionar algo belo.

«Se ela tivesse tido outra vida teria tido outro fim que não o esquecimento?»


ALERTA GIVEAWAY

A Teresa, muito gentilmente, disponibilizou três exemplares para um giveaway. Se quiserem ser um dos felizes contemplados com esta oferta, e descobrir A Verdade e a Vertigem, têm de cumprir dois requisitos:

↠ Comentar esta publicação a dizer que estão a participar;
↠ Ser residente em Portugal Continental ou Insular [contudo, caso residam fora do país, mas tenham uma morada portuguesa válida - de um familiar ou de amigos -, podem participar na mesma].

Condições do passatempo:
↠ O passatempo estará ativo até dia 17 de maio;
↠ Os vencedores serão contactados no dia 18 de maio;
↠ Cada participante só pode participar com um comentário, sendo excluídos comentários anónimos que não estejam devidamente identificados;
↠ Será atribuído um número a cada participante e o vencedor será apurado através do Sorteador;
↠ Juntamente com o vosso comentário, indiquem um e-mail de contacto [ou enviem-me uma mensagem para asgavetasdaminhacasaencantada@hotmail.com], para serem avisados, caso sejam os contemplados.


Boa Sorte a todos 🍀

Fotografia da minha autoria



«Como nós, um de nós»


A poesia escrita nas entrelinhas de uma conquista é sempre emocionante. E emociona-me ainda mais quando, perante um caminho tão adverso, mas palmilhado com uma raça inigualável, a bandeira azul e branca esvoaça alto, encaminhando-nos para a glória e abrindo as portas para celebrar um novo título nacional - o trigésimo.

Foi uma época desgastante - física e emocionalmente. Mas aprendemos, uma vez mais, a transformar os sobressaltos num motor de superação. E como foi belo este ultrapassar de muros que tentaram construir ao nosso redor, na tentativa de diminuir a nossa consistência. Não sou, de todo, apologista de destacar fatores externos, até porque acredito que a nossa identidade e a nossa competência devem falar mais alto que qualquer amarra, no entanto, foi inegável o desrespeito e a falta de profissionalismo, em vários momentos da competição, com o claro intuito de prejudicar uma só equipa. Há erros, claro, mas quando a intencionalidade se torna evidente, é difícil acreditar em coincidências. Lamento por todos aqueles que tentaram. Porém, ainda não perceberam que a nossa mística e a nossa audácia hão-de levar-nos sempre ao lugar onde pertencemos.


O foco e a união foram as nossas armas. E, além disso, entendeu-se que, mesmo que o Porto nos toque e nos mova de formas distintas, houve zelo e compromisso suficientes para o tornar numa prioridade coletiva. E este título é o reflexo dessa entrega, desse espírito de sacrifício e da vontade transversal a quem carrega, com fervor, o nosso emblema sobre o lado esquerdo do peito. Portanto, esta conquista, que sustenta tantas peças de uma caminhada singular [não perfeita, mas repleta de apontamentos bonitos, gratificantes e à Porto], tornou-se um novo grito de revolta e de liberdade, ecoando a uma só voz a essência de todos os portistas.

O sete sempre foi o meu número favorito. E o sétimo dia de maio terá, a partir deste ano, um peso significativo. Emocionei-me muito: por tudo o que simboliza esta celebração, por todos os rostos que a construíram, por todos os que saíram e não se esquecem, por todos os que vestiram a camisola e se recusaram a desistir. Por isso, os Aliados e o Estádio do Dragão voltaram a cobrir-se com as cores mais bonitas: a do nosso amor.


O campeão voltou. E como não tenho palavras suficientes para descrever a pele eriçada, as lágrimas de felicidade e a sensação indescritível de observar e sentir o nosso imenso mar azul, transbordo de orgulho ♥


«Claro que estou disponível
Para jogar à apanhada
E fingir que não é nada

[...]

É sempre em frente
Que não há tempo
Para rever cada gesto
Nem tudo é manifesto

[...]

Um pé dentro e outro fora
E vamos embora 
A lado nenhum

Talvez eu goste
Um pouco mais
Do que eu queria gostar

Nada quer dizer nada
Tudo é só aquilo que é
E cá rodo em volta do mesmo café
Que já veio frio»

Fotografia da minha autoria



... Nuvens!

[Os pedaços de algodão que cobrem o céu são um impulso de imaginação, porque gosto, desde miúda, do exercício de os olhar e descobrir a que formas correspondem. Mesmo que não sejam evidentes, acredito que a graça passa por ver para além do óbvio e brincar a partir daí. Além disso, há qualquer coisa que conforta naquelas figuras, na leveza com que nos embalam. E, depois, num plano paralelo, Nuvem é uma das músicas da Carolina Deslandes que mais me emociona: pela letra e pela homenagem que a sustenta. Quando a viagem terminar, também espero que os meus guardem «um cantinho da [s]ua nuvem para um dia eu lá morar»].

Fotografia da minha autoria



«Tarefa ingrata a de vender livros»


O desapego deixa-nos mais leves, mas nunca é intuitivo - pelo menos, para mim - no que diz respeito aos livros, pois é sempre complicado largar a mão de exemplares que nos permitiram viajar, sonhar e descobrir novos horizontes. No entanto, também é necessário, se quisermos ter espaço para acolher novas histórias.

Este é, portanto, um exercício que tenho procurado praticar, porque faz-me cada vez menos sentido manter livros que não me marcaram e que não voltarei a reler. Por isso, em vez de os ter a ganhar pó nas prateleiras, prefiro deixá-los levantar voo, para que outras pessoas os possam explorar e ter outras experiências de leitura.

Assim, colocando o coração de lado, revisitei as minhas estantes. E estes são os títulos que poderão adquirir.


 LIVROS DE 5€ 









 LIVROS A 7€ 









 CONDIÇÕES DE VENDA/COMPRA 

📖 Portes gratuitos;
📖 Na compra de Onde Reside o Amor, oferta de Podia Ser Verdade Mas é Mentira:
📖 Os livros Alice ficam os dois por 7€ [vendidos em separado, podemos ajustar preços];
📖 Os envios são feitos por CTT depois de receber o comprovativo de compra [não me responsabilizo por extravios ou qualquer dano];
📖 O pagamento pode ser feito por MB Way ou Transferência Bancária;
📖 Para dúvidas, encomendas ou mais informações sobre os livros [inclusive, envio de fotografias detalhadas], enviem e-mail para asgavetasdaminhacasaencantada@hotmail.com

Fotografia da minha autoria



«O que se passa dentro das cabeças é mais importante do que o que se passa por fora?»

Avisos de Conteúdo: Morte, Segregação, Preconceito


As características que nos distinguem dos demais contam parte da nossa história, mesmo que não nos definam por inteiro. E, muitas vezes, esses detalhes acabam por ser uma fonte de inseguranças alimentadas por preconceitos impostos pela sociedade. E isso fica bastante claro no livro de Djaimilia Pereira de Almeida.


O CABELO QUE CRUZA A HISTÓRIA DE DOIS PAÍSES

Esse Cabelo interliga uma história pessoal com a realidade de dois paises, estabelecendo uma ponte com o ambiente concreto dos salões de cabeleireiro, onde há uma tentativa constante para transformar a imagem capilar, porque os diferentes tipos de cabelo não são encarados com o mesmo respeito e a mesma aceitação.

«Esse cheiro foi o primeiro lugar onde julguei ter origem, muito antes 
da imagem mental de pedras da praia, projecção de uma metáfora cruel»

Quando terminei esta leitura, que portencia tantas reflexões, cruzei-me com um comentário que, no meu entender, descreve bem a energia da obra, atendendo a que tem uma história «que apetece desembaraçar com paciência, como um nó no cabelo». Porque há memórias e vivências dolorosas, que demonstram a necessidade que a sociedade tem de diminuir a diversidade, para que todos encaixemos no mesmo padrão. Mas o pior é quando a nossa família é voz ativa neste processo - e é por essa razão que o título do livro é este.

«Os seus olhos cerrados são, porém, um relógio avariado»

A escrita quase poética da autora transporta-nos para o lado emotivo e doloroso deste conflito interior, colocando uma bandeira nas questões raciais e nas raízes. Esse Cabelo é, portanto, uma tomada de consciência. Porque o nosso cabelo é a nossa identidade. E não tem de ser mudado para sermos aceites.


Disponibilidade: Wook | Bertrand

Nota: O blogue é afiliado da Wook e da Bertrand. Ao adquirirem o[s] artigo[s] através dos links disponibilizados estão a contribuir para o seu crescimento literário - e não só. Muito obrigada pelo apoio ♥

Fotografia da minha autoria



«A vida é mais que um sopro»


O aconchego que alguns artistas nos proporcionam tem um toque a abraço apertado. E eu gosto mesmo dessa sensação próxima, que tem o dom de confortar vários momentos da nossa trajetória. Por isso, senti uma ligação imediato com Valter Lobo, cuja sonoridade e dialeto impulsionam uma paz de espírito extraordinária.

Mediterrâneo foi o seu último lançamento, transportando-nos para 2016. E, desde então, tenho alternado entre este álbum e o EP Inverno, acalentando uma certeza: o seu talento merecia um palco maior. Porque tem uma sensibilidade e uma atenção ao detalhe que nos representam, sobretudo, por cantar inquietações, amores e desejos que todos nós já vivenciamos. Com uma voz serena, canta-nos histórias que nos falam ao coração.

A ânsia de escutar um novo trabalho de originais era, portanto, imensa. Por isso, foi em êxtase que recebi a notícia acerca do Primeira Parte de Um Assalto. Sendo, como o próprio refere, um disco «ultrapessoal, que [o] expõe e revela o que [foi] sentindo e pensando», somos convidados para este lado mais intimista, que quase nos permite conhecer a sua alma. E que privilégio é poder escutar algo tão delicado, honesto e poderoso.

Emocionalmente intenso, os seus temas dividem-se entre a esperança e a automatização da sociedade, visto que se concentrou neste novo normal, que tanto nos fez repensar o comportamento humano. Por esse motivo, sentiu necessidade de deixar a generalização em segundo plano e de partir para contextos mais concretos.

Primeira Parte de Um Assalto expõe o conformismo, as crenças e a insistência naquilo que já não é benéfico. Por oposição, é a empatia das letras que nos motiva a libertar as amarras, para renascermos «e construirmos um lugar melhor». Este álbum é, assim, uma viagem. E a metamorfose para regressarmos às nossas origens.


 As três favoritas 
🎧 O Que o Sol Guardou;
🎧 Para T.;
🎧 Desencanto.

Fotografia da minha autoria



Tema: Um livro de um autor pouco conhecido


A viagem figurada até à cidade de Leiria, feita à boleia de autores pouco conhecidos, permitiu-me fazer três paragens maravilhosas. A mais recente ocorreu porque procuro descobrir novas vozes na poesia e, principalmente, depois da recomendação da Sofia Costa Lima, que elogiou um exemplar de José Miguel Silva.


VERSOS CINEMATOGRÁFICOS

Movimentos no Escuro apresenta uma premissa fascinante, atendendo a que é «uma colectânea de poemas sobre (ou com) filmes». Embora a sétima arte não faça palpitar o meu coração como outras manifestações artísticas, fiquei rendida à maneira como a utilizou para se centrar em vários temas transversais à humanidade.

«Feliz é quem percebe a tempo aquilo que ama»

Acredito que a experiência de leitura ficasse enriquecida, caso tivesse assistido a estes argumentos. Contudo, não senti essa obrigatoriedade, apenas que contextualizaria os versos cinematográficos. Apesar disso, o registo concreto da sua escrita transporta-nos para cenários em que o sujeito poético aparenta ser um protagonista camaleónico, que atravessa inúmeros estados de espírito, assumindo um espaço de reflexão.

«Se cada um fizesse a sua parte, o mundo seria
um lugar perfeito»

Este livro é feito de infinitas camadas e realidades. E tenho de confessar que o meu poema favorito foi o único que não é de um filme, mas que parte de um jogo de futebol, no qual o Porto foi figura de destaque: Bayer de Munique 1 x F. C. Porto 2 - Artur Jorge (1987). Foi a minha estreia na obra do autor e quero descobrir mais.

«Mas o trevo permanece
nas pastagens da memória: um irónico
toque de calcanhar, uma rápida investida
no coração do tempo, as mais loucas
diagonais contra o pior dos fatalismos,
o dos tímidos»


Disponibilidade: Wook | Bertrand

Nota: O blogue é afiliado da Wook e da Bertrand. Ao adquirirem o[s] artigo[s] através dos links disponibilizados estão a contribuir para o seu crescimento literário - e não só. Muito obrigada pelo apoio ♥

Fotografia da minha autoria



O «para sempre», dependendo de quem o pronuncia, terá sempre uma validade diferente.


🌿


Há dias que se definem como saudade.


🌿


Conduzes-me à loucura. E sabes o que é pior? É que nem te impeço de tal.


🌿


Permanecer em [des]equilíbrio.


«Sou um astronauta à deriva no teu espaço
Por mais que ensaie só vivo no embaraço
Estou bem, tu não estás bem

Sou um astronauta à procura dos teus passos
Por mais que caia só corro para os teus braços
Estou bem, tu não estás bem

[...]

Quando me perco, sei que há uma porta para o passado
Estou cansada mas amo aquilo que faço
Passo a passo até ficarmos bem

Se tenho medo, aciono o modo espacial
Fico à tua volta numa órbita em espiral
Eu fico bem quando ficarmos bem

I know you, I know you've got some
I told ya, I know it
Que eu só vivo dentro da minha bolha
Rasgou-se cada pedaço de folha

[...]

Let me go back, back, back, back, back
Quero ser leve, leve, leve, leve, leve»
Mensagens mais recentes Mensagens antigas Página inicial

andreia morais

andreia morais

a escrever entre margens, poesia e sobre cultura portuguesa


o-email
asgavetasdaminhacasaencantada
@hotmail.com

portugalid[arte]

no silêncio

instagram | pinterest | goodreads | e-book | twitter

margens

  • ▼  2026 (81)
    • ▼  setembro (5)
      • feira do livro do porto 2026
      • descolonizar o sujeito poético, sara duarte brandão
      • linhas de valor acrescentado, inês meneses
      • o olhar diagonal das coisas, ana luísa amaral
      • as coisas maravilhosas de agosto
    • ►  julho (9)
    • ►  junho (12)
    • ►  maio (8)
    • ►  abril (10)
    • ►  março (11)
    • ►  fevereiro (12)
    • ►  janeiro (14)
  • ►  2025 (206)
    • ►  dezembro (21)
    • ►  novembro (12)
    • ►  outubro (14)
    • ►  setembro (16)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (18)
    • ►  junho (19)
    • ►  maio (21)
    • ►  abril (22)
    • ►  março (21)
    • ►  fevereiro (19)
    • ►  janeiro (22)
  • ►  2024 (242)
    • ►  dezembro (24)
    • ►  novembro (17)
    • ►  outubro (17)
    • ►  setembro (18)
    • ►  agosto (12)
    • ►  julho (23)
    • ►  junho (20)
    • ►  maio (23)
    • ►  abril (22)
    • ►  março (21)
    • ►  fevereiro (21)
    • ►  janeiro (24)
  • ►  2023 (261)
    • ►  dezembro (23)
    • ►  novembro (22)
    • ►  outubro (22)
    • ►  setembro (21)
    • ►  agosto (16)
    • ►  julho (21)
    • ►  junho (22)
    • ►  maio (25)
    • ►  abril (23)
    • ►  março (24)
    • ►  fevereiro (20)
    • ►  janeiro (22)
  • ►  2022 (311)
    • ►  dezembro (23)
    • ►  novembro (22)
    • ►  outubro (21)
    • ►  setembro (22)
    • ►  agosto (17)
    • ►  julho (25)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2021 (365)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (31)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2020 (366)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (31)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (29)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2019 (348)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (29)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (16)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2018 (365)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (31)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2017 (327)
    • ►  dezembro (30)
    • ►  novembro (29)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (17)
    • ►  julho (29)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (24)
    • ►  abril (28)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (20)
  • ►  2016 (290)
    • ►  dezembro (21)
    • ►  novembro (23)
    • ►  outubro (27)
    • ►  setembro (29)
    • ►  agosto (16)
    • ►  julho (26)
    • ►  junho (11)
    • ►  maio (16)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (29)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2015 (365)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (31)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2014 (250)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (28)
    • ►  setembro (23)
    • ►  agosto (13)
    • ►  julho (27)
    • ►  junho (24)
    • ►  maio (18)
    • ►  abril (16)
    • ►  março (14)
    • ►  fevereiro (11)
    • ►  janeiro (15)
  • ►  2013 (52)
    • ►  dezembro (13)
    • ►  novembro (10)
    • ►  outubro (9)
    • ►  setembro (11)
    • ►  agosto (9)
Com tecnologia do Blogger.

Copyright © Entre Margens. Designed by OddThemes