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O Poeta, do blogue Sugere-me, enviou-me muito gentilmente um poema sobre As gavetas da minha casa encantada. Foi uma completa surpresa, que me deixou mesmo comovida. Em jeito de agradecimento, não posso deixar de partilhar as suas palavras. Adorei!
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Angústia. Se tivesse que escolher uma palavra para definir os últimos tempos, parece-me que esta seria a mais indicada. Nunca tive tantas dúvidas como agora. É demasiada pressão e acho que não estou a saber gerir isso da melhor maneira. Preciso urgentemente de parar e respirar fundo!
E era as folhas espalhadas,
Muito recalcadas do correr do ano
A recolherem uma a uma
Por entre a caruma de volta ao ramo
E era à noite a trovoada
Que encheu na enxurrada
Aquela poça morta
De repente, em ricochete,
A refazer-se em sete nuvens gota a gota
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Os livros de Oliver Jeffers! Conheci as obras deste autor/ilustrador muito recentemente, mas já me rendi. Quando andava à procura de uma história interessante para contar no estágio, deparei-me com a do «Perdido e Achado» e graças a ela quis descobrir mais. Depois dessa, já tive a oportunidade de ler «Como Apanhar Uma Estrela» e «O Dia Em Que Os Lápis Desistiram». Os textos em si são maravilhosos e as ilustrações irresistíveis. Há livros que valem bem a pena. E estes inserem-se, sem qualquer dúvida, nesse grupo.
Há infinitas razões que me prendem ao Porto. Porque esta cidade, tão cheia de encantos, não pára de surpreender. A sua beleza incontestável tira-nos o fôlego. E o aconchego de cada um dos seus recantos convida-nos a ficar. Para sempre!
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É inquietante, desconcertante e até desgastante o quanto nos apegamos de mais a quem se apega de menos. O peso da balança é completamente desproporcional. Mas é a máscara dessa ilusão que nos continua a alimentar a esperança de estarmos enganados. Até ao dia em que o nosso limite se evidencia e o desapego se torna prioritário.
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«Eles se amam. Todo mundo sabe mas ninguém acredita. Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossível. Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha. Alguns dizem que isso jamais daria certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele quer ela. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela. E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que os outros. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos. É fácil porque os dias passam rápidos demais, é difícil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias eles se perguntam o que fazer. E imaginam os abraços, as noites com dores nas costas esquecidas pelo primeiro sorriso do outro. E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso», Tati Bernardi
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Na passada terça-feira (dia 15), tive a minha primeira atividade supervisionada no estágio, por isso é que publiquei a pedir que fizessem figas por mim. Por diversos fatores, não correu bem. E não posso esconder que se o meu desanimo já é evidente, depois de reunir com a minha orientadora piorou. No entanto, foi um momento e sei que não me posso deixar ir a baixo por isso. Agora é trabalhar para que evoluir. A próxima supervisão há-de correr bem melhor!
- Obrigada a todos!













