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Há um aspeto que me deixa curiosa em relação às pessoas que sigo e que me seguem, e com as quais tenho ligação: a sua voz. É mesmo algo que me interessa. É estranho, mas quando vejo o nome das pessoas que comentam o meu blogue imagino como será a sua voz. E vocês, qual é a maior curiosidade que têm m relação aos vossos leitores?
«Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi para te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada para dar
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... Morais. No meu primeiro blogue - Parte do que Sou -, era como M. que as pessoas me conheciam, porque sempre gostei mais que me tratassem pelo apelido. Para ser diferente, apesar de tudo, optei por usar apenas a sua inicial. «M de...» será, então, uma espécie de rubrica onde partilharei imagens de tudo aquilo que me inspira/motiva de alguma forma. O M sou eu. A desvendar um pouco mais daquilo que sou!
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Tenho que libertar os meus fantasmas. Dessa tua mão-conforto que não me ampara. Somos pedaços de nada. Iludidos num coração de luz que não mais existirá entre nós. Mas eu cedo. E quanto mais desgastas a corda, mais laços lhe tento dar para que não quebre. E arrependo-me quase no segundo seguinte, por ver esse teu sorriso forçado de quem tem tanto para dar, mas desistiu. E há sombras que sinto que me perseguem, de memórias que tento a todo o custo ignorar. Mas são mais fortes. Tu és mais forte. E eu começo a fraquejar. Tenho que libertar os meus fantasmas. Ou, talvez, acordar desta inércia que o teu olhar-fogo me provoca.
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... finais de temporada - e já nem falo dos finais de série, porque ainda não me recompus do facto de não ver mais episódios novos de, por exemplo, Rizzoli & Isles, ou Dois Homens e Meio. Atualmente, de forma regular, acompanho Arrow (segunda), Scorpion (terça), Como Defender Um Assassino (terça), Mentes Criminosas (quarta), Pai de Surpresa (quarta) e A Teoria do Big Bang (domingo). Einstein (quinta) também constava desta lista, mas a primeira temporada terminou há duas semanas. Nos intervalos vou revendo episódios de outras séries, que foram canceladas, que estão em pausa e/ou que, simplesmente, já terminaram e estão a repetir (Forever, Rookie Blue, C.S.I. Miami, Castle, Mentalista...). Adoro acompanhar pela televisão, porque, como já referi noutra publicação, é a garantia diária que tenho um momento para fugir à rotina, para desanuviar e estar no meu mundo, sem interferências externas. Por isso é que depois «sofro» com a espera, porque os últimos episódios acabam sempre em suspense e avizinham-se meses sem ver o desenrolar dos acontecimentos. A juntar a isto, nunca chega ao fim a temporada de uma só série. Não, têm que acabar quase todas as que eu gosto ao mesmo tempo, para tocar ainda mais na ferida. Primeiro foi Einstein, a seguir Mentes Criminosas e Scorpion vai pelo mesmo caminho. Como é que o meu coração aguenta?
Adoro cenas bem construídas. Que nos tiram o fôlego, nos captam por inteiro e nos fazem desejar que nunca terminem - ou que, pelo menos, se prolonguem mais um pouco. Deliro com filmes de dança, já sabem, e este fragmento prendeu-me completamente ao ecrã! Quando for grande posso saber dançar assim?
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Prometo que não desapareci sem deixar rasto! O terceiro capítulo do relatório de estágio é que me obrigou a ausentar nos últimos dias e a desligar do meu mundo, isto porque se revelou bastante trabalhoso. Mas está terminado e já o enviei à minha orientadora. Agora é esperar pelo feedback e trabalhar nas partes que faltam. Já vos compenso pela ausência ❤️
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... prendas fora de horas. Na minha família temos um costume peculiar: raramente oferecemos as prendas no dia devido. A questão é que isto não é, de todo, intencional, mas por força das circunstâncias acabamos sempre por adiar a entrega das mesmas. No entanto, acho imensa piada ao facto de, por exemplo, em pleno Agosto estar a receber uma prenda de aniversário [que, curiosamente, foi em Abril]. Cada tolo com a sua mania, sempre ouvi dizer!














