Entre Margens
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... momentos!
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A Daniela Silva [Diamonds in the Sky], a quem agradeço desde já, desafiou-me a responder à tag Irmandade das Blogueiras. Não sendo uma estreia aqui no blogue, acaba por ser diferente, uma vez que as perguntas são novas. Vamos descobri-las?
Fotografia da minha autoria

«Uma história terna que apresenta uma exposição sentida sobre a tristeza e a solidão, dotada de uma filosofia ansiosa e poética, que revela algumas reflexões sobre o que de facto são os valores da vida»


O Principezinho dispensa apresentações! Foi dos primeiros livros que li. E, muito provavelmente, sem que desse conta disso, foi o grande impulsionador para que encontrasse nas palavras a desculpa perfeita para viajar sem sair do lugar. Esta história mágica, carregada de valores, esteve (e continua) presente durante a maior parte do meu crescimento. E cada releitura não faz com que perca o seu encanto. Muito pelo contrário! Até porque há sempre «uma forma diferente de [a] ler e ver».
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Os filmes de animação farão sempre parte da minha vida. Muito recentemente, tive a oportunidade de ver «The Secret Life of Pets», que nos mostra as peripécias que os animais protagonizam quando os donos não estão por perto. E só posso dizer que adorei! É extremamente engraçado, mas transmite mensagens muito interessantes e, principalmente, importantes, como o abandono e a aceitação de um novo animal em casa quando já existe um. A convivência nem sempre é fácil e pacífica, mas com a atitude certa talvez se consiga contornar a questão. Além disso, vemos a clara dualidade da vida de um animal doméstico e a vida de um animal abandonado/animal de rua. Ainda que todo o filme apresente um registo leve, compreendem-se as repercussões que essas realidades acarretam para ambos, a nível de sentimentos e de comportamentos. Um conselho: não se deixem enganar pela aparência amorosa de alguns dos patudos, porque há personagens que vos irão surpreender. E muito! Todas as cenas são maravilhosas, mas o momento em que os donos chegam a casa aconchega-nos a alma, pela felicidade genuína que estes bichos demonstram. No entanto, não posso deixar de partilhar um fragmento que não só me deixou estupefacta, como também me fez rir imenso!



Já viram o filme? Se sim, o que acharam?
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Há demasiadas pessoas sem amor-próprio!

#pessoal #constatação #atitudes #ausência #amorpróprio

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«Ficar longe de pessoas complicadas faz bem à saúde»


És tóxico. Fazes-me mal. E o pior de tudo é que te permiti destruíres-me durante demasiado tempo.

«Voltas e queres-me mudar
Mas não, não é essa a intenção
E se é para brincar
Já não, eu já não estou na tua mão
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... ilusionismo!
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Sou mulher de contrastes. Aprecio andar de pés descalços, da mesma maneira que adoro enrolar em torno do meu pescoço um daqueles cachecóis em formato XXL, que mais parecem mantas de sofá. Sabe-me bem andar com roupa leve no corpo, assim como me fascinam todas as camadas intermináveis, que aconchegam a pele e a alma. Há um tempo para tudo. E vejo a beleza em cada um deles. Não sei qual é a minha estação favorita, porque sou feita de todas elas. Em gosto. E em feitio!
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«A tranquilidade de um cruzeiro ao longo do Nilo é ensombrada pela descoberta do cadáver de Linnet Ridgeway»


Morte no Nilo, de Agatha Christie, é uma releitura. Ofereceram-me o livro há uns anos e foi nessa altura que o fiquei a conhecer. Quando voltei a pegar nele, durante um processo de arrumações, a única coisa que me lembrava era da rapidez com que o terminei, mas a sua história estava distante. Vaga. Como se nunca o tivesse lido. Por isso, assim que concluí O Cão dos Baskervilles aventurei-me neste romance policial.
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... desilusões peculiares. Não sei que imagem criei na minha cabeça em relação ao Algarve, mas devo tê-lo pintado como um cenário imaculado, porque a primeira vez que lá fui virei-me para o meu pai e perguntei: «isto é que é o Algarve?», com o maior ar de desanimo estampado no rosto. Apesar de não saber precisar a minha idade, sei que era pequena. E a única explicação que encontro para tal reação é que de tanto ouvir falar desta zona na televisão, vendo panorâmicas fascinantes, devo ter imaginado que tudo era perfeito, como se tivesse acabado de sair de um conto de fadas. E não soube lidar com aquele choque de realidade, em que a primeira coisa que vi foi um prédio degradado e praticamente a cair.
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andreia morais

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