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| Fotografia retirada do google |
«Viver pela metade é ilusão», Augusto Barros
O que custa é gerir tudo aquilo que fica pela metade:
As meias verdades
As meias mentiras
Os meios pensamentos
As meias conversas
As meias ações
Os meios sonhos
As meias palavras
As meias saudades
As meias presenças
Os meios sentimentos
Porque é um limbo angustiante, desconhecido, intemporal. E com o qual não sabemos lidas. Por isso, ficamos assim, sempre a meio de algo.
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| Fotografia cedida por André Santos |
«A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original», Albert Einstein
As gavetas da minha casa encantada também foram criadas para que eu pudesse partilhar iniciativas em que acredito ou que, simplesmente, me parecem úteis. Honestamente, sinto que merecem esse reconhecimento, pela abordagem original e, principalmente, funcional. Apesar de não conhecer aprofundadamente todo o trabalho desenvolvido, as informações disponíveis transmitem-me confiança, por isso acabo por ficar mais atenta. E passo a seguir de perto a sua evolução.
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| Fotografia retirada do google/Edição da minha autoria |
«Meus olhos e eu observando os reflexos ampliados das marcas do tempo», Rosa Berg
O reflexo das janelas deixou de ser inocente. Aquilo que parecia um ato isolado, revelou-se uma fonte de mensagens escondidas. E o que antes transmitia tranquilidade, passou a ser uma imagem recorrente de pesadelos.
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| Fotografia retirada do google |
... Orgulho & Preconceito! [livro e filme]
O ser humano é insatisfeito por natureza. E, por vezes, em consequência disso mesmo, um pouco ingrato. Porque, na ânsia de alcançar aquilo que lhe falta, esquece-se de agradecer todas as pequenas conquistas no seu caminho. E mesmo os obstáculos que o obrigam a parar, a desviar a rota, a recomeçar também necessitam dessa gratidão, pelo facto de simbolizarem aprendizagem e crescimento constantes. Ser-se grato por aquilo que a vida nos oferece é, para mim, uma das características mais apaixonantes e cativantes, até porque não deixa de revelar uma certa humildade. E maturidade.
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| Fotografia retirada da página AIESEC |
«Sei que o mundo é enorme e que há um milhão de lugares por descobrir. Também sei que a vida é curta para todas as milhas que pomos nos sonhos. Também sei que sempre que a vida me dá uma oportunidade de me pôr a milhas, vou. Mas sei que não vou poder ir a todos os lugares onde já sonhei ir (...) Ainda sei pouco, mas já aprendi que o pavio da vida tem comprimento que chegue para soprar muitas velas. E que repetir um destino é como beijar uma segunda vez um primeiro amor. Por isso, repito, releio, relanço e rebolo no destino repetido, como se ele fosse um sonho embrulhado de novo, que a vida me deu para rasgar outra vez»