Capítulo 11 (conclusão)
13.08.2014
17h41: Ao passar por Ungilde existe uma placa que nos dá a indicação para a tal Escola Micológica. Uma vez que o ano passado não houve oportunidade de a visitar tentamos hoje. Escolhemos foi mal o dia, porque estava fechada. Deve estar tão incrível! Pelo que consegui perceber, é possível fazer workshops/formações/atividades. A entrada são dois euros. Ao longo do caminho há quadros informativos sobre o mundo dos fungos. Quanto à visita, fica para o ano!
Capítulo 11 (continuação)
13.08.2014
Antes de chegarmos à Puebla há uma escola micológica. Tenho bastante curiosidade em saber como é e descobrir que espécies tem. É possível ir de carro, mas também existe um caminho pedestre e um de acesso facilitado para quem andar de cadeira de rodas.
Uma alternativa para quem não quer ir para a praia é subir até à Laguna de los Peces. Passa-se por San Matín de Castañeda e continua-se até ao topo. Relativamente a meio - ou um pouco antes -, há uma espécie de parador, onde é possível observar o Lago em toda a sua extensão. Um verdadeiro encanto; quase que nos sentimos a ficar sem fôlego. Já no topo, existem vários percursos pedestres que podemos fazer, variando a duração, a dificuldade e, naturalmente, a direção. O mais pequeno demora uma hora (ida e volta). É o principal, feito de pedra, que se vê mal se chega ao local. A Laguna tem cores deslumbrantes, só não vi peixes. Um dia gostava de fazer os outros dois percursos, devem ser incríveis! Mas, acreditem, o mais rápido não desilude, porque a vista é maravilhosa.
Capítulo 11
Quarta, 13.08.2014
06h30: Começa mais um dia.
Agora de manhã vamos visitar as Nogueiras e as colmeias do meu primo. Tenho pânico a abelhas, mas nunca fui ficada (que continue assim), por isso tem tudo para correr bem. Vamos de jipe até ao local onde estão.
07h47: Tudo pronto, que comece a aventura!
«- Dói-te alguma coisa?
- Dói-me a vida, doutor.
- E o que fazes quando te assaltam essas dores?
- E o que fazes quando te assaltam essas dores?
- O que melhor sei fazer, excelência.
- E o que é?
- E o que é?
- É sonhar», Mia Couto
... momentos curiosos. Todos sabiam cá em casa que os ovos tinham que estar longe de mim, porque se lhes conseguisse chegar o resultado era sempre o mesmo: acabavam no chão. Talvez os achasse semelhantes a bolas pinchonas (pareceu-me a justificação mais lógica para fazer o que fazia), mas isso continuará a ser uma incógnita. As únicas certezas que tenho é que esta brincadeira me divertia de alguma forma e que se os ovos ficassem na bancada da cozinha não duravam muito tempo... inteiros.
«A felicidade não é uma estação de chegada, é uma forma de viajar»,
José Luís Nunes Martins
Não me digam que a felicidade é uma utopia quando todos os dias sinto fragmentos da sua existência a invadir a minha vida. Se se torna plena? Claro que não! Haverá sempre um momento, por mais pequeno que seja, de escuridão. Chamem-me ingénua, mas nada disto pode ser uma quimera quando o nosso sorriso é tão largo. E tão cheio de verdade. Talvez seja uma treta para quem preferir acreditar que a nossa passagem é uma sucessão de ocasiões menos más. Recuso-me! E hei-de recusar sistematicamente essa ideia. Porque a felicidade existe. Vem camuflada nos pequenos detalhes que nos fazem bem. E está ao alcance de qualquer um. Só não chega até ela quem, a meio do caminho, desiste de lutar. Se sou feliz desde que acordo até voltar a dormir? Obviamente que não. A única diferença é que opto por me focar nos traços de ventura que conquisto ou que surgem como espécie de recompensa. Chamem-me sonhadora, o que quiserem, só não insistam neste termo utópico. Viver feliz não é difícil, muito menos irreal, apenas dá trabalho. Mas não o dá tudo aquilo que vale a pena?
«Você conseguiria ficar feliz durante 100 dias seguidos?»
Julho já começou há uns dias, ainda que poucos, e deixou para trás mais um mês recheado de ocasiões que me fizeram feliz. Não é um processo automático, e ainda bem, mas é cada vez mais simples focar naquilo que nos acontece de melhor. Claro que também há momentos baixos, até porque a felicidade não é plena, mas cabe-nos a nós escolher de que lado nos queremos posicionar. E por muito complicado que seja, porque a vida nos obriga a dar tombos, por vezes fortes, são estes pequenos rasgos de sorriso que nos ajudam a levantar. Prontos para mais trinta dias? Vamos lá!
A Teresa Silva, do blog A Pequena Boneca de Trapos, nomeou-me para uma Tag sobre animes. Vi alguns quando era criança, mas depois desliguei-me desse mundo. Ainda assim, vou tentar responder a tudo. Como sabem, há uma regra que não vou cumprir: nomear. Sem mais demoras, vamos ao que interessa!
«No fundo de um buraco ou de um poço acontece descobrir-se as estrelas», Aristóteles
Hoje altero um pouco o objetivo desta rubrica para vos contar a minha experiência naquela que foi a primeira aula de zumba em que participei. Há muito tempo que queria experimentar, mas por falta de companhia e/ou de oportunidade acabei por ir adiando. Finalmente, surgiu o momento de concretizar esta vontade antiga e não podia estar mais entusiasmada. Nervosa também, confesso, porque a falta de exercício físico poderia condicionar a minha resistência. Contudo, não havia lugar para hesitações.












