... pensem duas vezes, porque as nossas limitações, maioritariamente, somos nós que as criamos. E como há notícias que falam por si, partilho algo que espero que vos inspire a lutar para além das adversidades, sejam elas quais forem - podem ver o vídeo aqui.
«Você conseguiria ficar feliz durante 100 dias seguidos?»
O desafio dos #100happydays foi uma verdadeira aventura. Aventura essa que se tornou mais alucinante - e aliciante também - a partir do momento em que decidi continuá-lo até ao final do ano. Entramos hoje no oitavo mês (já?) e para trás deixo um julho ativo e preenchido de momentos que me enchem o coração. Hei-de repetir-me sempre, sei bem disso, mas a verdade é que, para mim, são os detalhes, aqueles pequenos nadas, que significam tudo. E registá-los cobre-os com mais encanto. Vou silenciar o pensamento e avançar para aquilo que realmente interessa: saber o que me fez feliz nestes últimos trinta e um dias!
Há frases, comentários, observações que nos fazem pensar, porque desconstroem aquilo que julgamos certo ou que aceitamos sem grandes questões. Estava a ouvir a mais recente entrevista do projeto Maria Capaz e a entrevistada Inês Castel-Branco (aqui) referiu algo que me obrigou a parar. Quando Rita Ferro Rodrigues lhe perguntou como é que ela achava que amava, no decorrer da resposta, a atriz disse algo curioso, mas que analisado ao pormenor faz toda a diferença.
O espelho reflete-nos inteiros, mas aquilo que vemos é a imagem que a nossa mente cria - por isso é que o defeito que ninguém repara nos parece imenso. É engraçado como somos sistematicamente atraiçoados por uma parte de nós!
«Sem a música a vida seria um erro», Friedrich Nietzsche
Ideal para o verão - e não só. Para dançar sem parar, mesmo que o nosso nome não seja Joana. Para descontrolar a nossa vida e retirar-lhe a apatia que, por vezes, a invade. Independentemente do nosso jeito, ou falta dele, é inevitável não começarmos a balançar o pé, os ombros, o corpo todo, num estilo próprio de quem aproveita os momentos sem rigidez. É ideal para não nos levarmos a sério. Esta música grita animação. E é uma excelente forma de nos desligarmos do mundo e nos ligarmos apenas a nós. Ouço-a em modo de repetição, e em todas as vezes a vontade é a mesma: continuar. É viciante. Lanço-vos o desafio: vamos dançar? Aceitam?
A Catarina, do blogue Apenas a Lua, nomeou-me para a Tag The Ice Cream Award. Antes de avançar, tenho que lhe agradecer por se ter lembrado de mim. De seguida, deixo-vos com as regras e as minhas respostas.
Contigo nunca sei com o que contar. Tão depressa queres como no segundo seguinte deixas de querer. E eu fico em suspenso, inclinando-me para os diferentes lados da tua vontade, até ganhar coragem para cortar a corda que me mantém presa.
«Seremos cúmplices o resto da vida, ou talvez só até amanhecer. Fica tão fácil entregar a alma a quem nos traga um sopro do deserto, olhar onde a distância nunca acalma, esperando o que vier de peito aberto», Mafalda Veiga
O coração acalma com muito mais facilidade quando o entregamos a alguém que nos traga uma brisa do deserto. E só acalma porque é nesse exacto momento que sentimos que não há impossíveis, nem pontes quebradas, entre aquilo que eu quero e tu podes dar e aquilo que tu desejas e eu posso concretizar.
«Não chore nas despedidas, pois elas constituem formalidades obrigatórias para que se possa viver uma das mais singulares emoções da vida: O reencontro», Richard Bach
Já vos disse que não gosto de despedidas? Não? Digo-o agora com toda a convicção: não gosto. Nem um bocadinho. No entanto, hoje lá estarei no aeroporto para dar um abraço apertado à S., que partirá em Missão para Timor, e onde ficará durante cinco meses. Apesar de tudo, tenho o coração aconchegado, porque sei que vai fazer algo que já queria há algum tempo. E sei também, por tudo aquilo que ela é, que fará a diferença na vida das pessoas que, inevitavelmente, se cruzarão no seu caminho. Talvez este primeiro mês não custe tanto, pelo simples facto de já estarmos habituadas à ausência que as férias da faculdade implicam. Pior será quando voltarmos à rotina, mas arranjaremos maneira de matar as saudades (sim, S., já sei que tenho que instalar o viber). Do lado de fora do avião, ficarei a desejar que seja uma experiência inigualável e que desfrutes de cada momento com todo o amor que transportas na tua bagagem. Vais crescer imenso, mas também farás outros crescer. Têm muita sorte por poderem contar contigo. És incrível. Até já!















