Entre Margens

Fotografia da minha autoria



«É só preciso um pouco de paciência»


O meu talento para trabalhos manuais não é surpreendente, mas existem alturas em que tento aventurar-me em diy's [do it yourself], para trazer apontamentos distintos às divisões que me são mais particulares: a sala e o meu quarto. Portanto, concentro-me em propostas pouco complexas e que sejam mesmo a minha cara.

Inspirada pela quadra natalícia, quis arriscar em detalhes diferentes e trouxe três sugestões que ficam um charme em nossa casa - e que podem, inclusive, ser adaptadas para outras ocasiões [festivas ou não].


 JARROS DE CEDRO E AZEVINHO 


Este apontamento não estava previamente pensado, mas, de inspiração em inspiração [e, nesta altura, transbordam na sua quantidade], foi uma forma de reutilizar dois frascos que estavam parados no armário.

Vamos precisar de:
📍 Frascos [o número que pretenderem];
📍 Cedro e Azevinho;
📍 Fita.

O que vamos fazer:
📍 Atar corda à volta do[s] gargalo[s];
📍 Colocar cedro e azevinho, a gosto, dentro do[s] frasco[s];
📍 Repetir o processo até terem todos os frascos preenchidos.


 LANTERNAS NATALÍCIAS 


Encontrei esta ideia pelo Pinterest [aqui], mas acabei por ter de a adaptar aos recursos disponíveis.

Vamos precisar de:
📍 Um frasco;
📍 Uma vela [da cor que quiserem];
📍 Corda;
📍 Azevinho e/ou cedro [natural ou artificial];
📍 Pinhas.

O que vamos fazer:
📍 Forrar o fundo do frasco com cedro [no meu caso, aproveitei uma base que já tinha];
📍 Colocar uma vela ao centro;
📍 Forrar o gargalo com corda, de modo a prender mais umas folhas de cedro e/ou de azevinho.

Nota: Com um pouco de cola branca, também podem colar neve falsa à volta do frasco.


 FLORESTA NATALÍCIA 


A última sugestão foi partilhada pela Inês Rochinha, num reels que tinha outras ideias para possíveis centros de mesa. Apesar de serem todas maravilhosas, a verdade é que me apaixonei, de imediato, por esta.

Vamos precisar de:
📍 Bases de madeira [duas medidas diferentes];
📍 Pinhas;
📍 Azevinho [ou outro tipo de folhagem];
📍 Árvore de Natal;
📍 Vela[s];
📍 Suporte para vela[s].

O que vamos fazer:
📍 Colocar a base mais pequena sobre um dos lados da base maior, criando dois níveis;
📍 No nível inferior, colocar a árvore de natal, pinhas, folhagens e, talvez, outra vela;
📍 No nível superior, colocar o suporte e a vela e mais pinhas e folhagem;
📍 A disposição dos elementos fica, no entanto, ao critério de cada um.


Fizeram algum diy?

Fotografia da minha autoria



Tema: Um livro festivo


O meu conceito de festa inclui um cenário mais intimista, na companhia de familiares e amigos. Portanto, esta perspetiva foi a justificação perfeita para a escolha da última leitura para o Uma Dúzia de Livros. Primeiro, ponderei um livro natalício, mas mudei de ideias, porque, ao descobrir a obra de estreia da Rita da Nova e do Guilherme Fonseca, percebi que a troca de galhardetes era uma festa demasiado preciosa para não a partilhar.

«Quando vou sozinho, agarro em arroz e ponho-o no carrinho. Quando vou 
com a Rita, é preciso admirar a prateleira do arroz como se fosse o pôr do sol»

Terapia de Casal é o formato físico do podcast com o mesmo nome, privilegiando a mesma dinâmica e, ainda, a mesma imagem de marca: a discussão sobre «coisinhas insignificantes que dividem os casais no dia a dia». À medida que avançamos nos textos - 15 da autoria da Rita e 15 da autoria do Guilherme -, ficamos com a sensação de estamos a escutar um episódio, até porque há expressões tão identitárias, que imaginamos as suas vozes a reproduzi-las. Assim, é fácil decifrar que cada argumentação transparece as suas personalidades.

«O carisma das histórias está nos detalhes»

O tom humorístico, que ambos partilham, torna a leitura célere, fluída. E a verdade é que me ri bastante com as intervenções de cada um, porque conseguem explorar várias adversidades, nem sempre abordadas entre casais, de uma forma descontraída - por vezes, talvez um pouco mais excessiva que o necessário, mas apenas para marcar bem os seus pontos de vista discordantes. Evidenciando a competição que os caracteriza, este livro é fantástico: quer pelo conceito, quer pelo grafismo. Além disso, é de valorizar a atenção ao detalhe.

«É ao ver a paciência que a Rita tem para mim que fico com 
a certeza de que vamos ficar juntos até sermos velhinhos e morrermos»

Terapia de Casal tem peripécias hilariantes e a capacidade de incluir ouvintes e não ouvistes do podcast. Porque há textos novos e independentes e QR Codes que nos encaminham para episódios específicos - com a ressalva de a abordagem não ser exatamente igual. Como se estes aspetos não fossem suficientes para percebermos a qualidade do manuscrito, cada texto tem direito de resposta e o leitor pode registar se é #TeamRita ou #TeamGuilherme. Apesar de ter sido renhido, o resultado foi o que antevi: sou #TeamGuilherme.

«Como é que é suposto eu distinguir os objetos da 
minha casa que são só para ver dos que são para mexer?»

Conseguiram superar todas as minhas expectativas para esta leitura, até porque a forma como nos contam as suas histórias é mesmo envolvente. É por isso que este será um dos meus livros favoritos do ano - e da vida.

«Quem diria que uma Calathea faria da minha mulher uma Robina 
dos Bosques, a roubar dos ricos em folhagem para dar aos pobres de terra»


Disponibilidade: Wook | Bertrand

Nota: O blogue é afiliado da Wook e da Bertrand. Ao adquirirem o[s] artigo[s] através dos links disponibilizados estão a contribuir para o seu crescimento literário - e não só. Muito obrigada pelo apoio ♥


«Ao andar por andar
Não fui, fugi de mim

Ao planar sem voar
Caí em mim

[...]

Por passar sem ficar
Não fui, perdi-me de mim

Ao largar sem chegar a ser
Escondi-me de mim

O tempo pede tempo
Nunca cede, nunca perde
E o mundo chama por mim
O sangue que ainda arde em chama
Chama por mim

[...]

No ar planei
Sem plano, sem lei»

Fotografia da minha autoria



... Marshmallows!

[Uma das minhas maiores perdições dá-se pelo nome de gomas. E, dentro desta categoria, os marshmallows ocupam um lugar central. Quer pela consistência, quer pelas associações. Porque estes pedaços de nuvem transportam-me sempre para o aconchego de um chocolate quente ou para conversas intermináveis à lareira. É incrível a quantidade de memórias e sensações que esta pequena iguaria tem a capacidade de despertar].

Fotografia da minha autoria



«Um grupo de ladrões muito particular»


O nome de certas obras povoa a nossa memória, como se fosse um subtil lembrete para as descobrirmos. Mesmo quando eu ainda não estava em perfeita simbiose com a literatura, Mário Zambujal era presença constante no grupo de autores que me despertava curiosidade. A verdade é que tardei a lê-lo, mas rendi-me ao tom da sua escrita em À Noite Logo Se Vê. E, este ano, decidi aventurar-me no seu livro mais aclamado.

«(...) encontro de sete vidas depois de muito tombo e aventura»

Crónica dos Bons Malandros tem como premissa um assalto inigualável ao Museu Gulbenkian. Para tal, foi necessário reunir a quadrilha perfeita - que é, sem qualquer hesitação, o charme deste enredo. Os seus elementos estão unidos por passados conturbados, que vamos conhecendo à medida que avançamos na história. E é esta dinâmica que nos faz querer descobrir cada detalhe, cada motivação. Sobretudo, porque o golpe é ambicioso, de uma audácia fora do comum, e este grupo não perpetua uma imagem estereotipada.

«(...) olharam-se e riram-se, lavadas e frescas, como se as mágoas e 
o passado tivessem desaparecido com o rouge e o batom»

Neste romance cómico-policial, a sátira é uma das personagens principais. E não deixa de ser surpreendente que a tragédia esteja à espreita. Além disso, mais do que mostrar os bastidores do assalto, acredito que Zambujal acalente dois propósitos com a narrativa: divertir-nos e levar-nos a pensar sobre os fragmentos que compõe a nossa vida e a forma como as nossas escolhas influenciam o percurso que traçamos. E, com subtileza, escreve-nos sobre sonhos, sobre mudanças e sobre encontrar uma família fora dos laços de sangue.

«Amizade sincera só a encontrou quando bateu à porta de Renato e Marlene»

Crónica dos Bons Malandros é um livro escrito sem pudores. Com bagagens distintas, que se cruzam no momento certo, e um final inesperado, permanece uma certeza: há [bons] malandros que nos comovem.

«(...) o fim do mundo na Duque de Loulé»


Disponibilidade: Wook | Bertrand

Nota: O blogue é afiliado da Wook e da Bertrand. Ao adquirirem o[s] artigo[s] através dos links disponibilizados estão a contribuir para o seu crescimento literário - e não só. Muito obrigada pelo apoio ♥

Fotografia da minha autoria



«De repente, perder o rumo é encontrar novos caminhos»


Sou feita de fragmentos
Que apenas se desagregam
Estou desfeita em pedaços
Que não mais se colam
E ao fim de dez linhas de história
Quebro as minhas forças
E já não sei mover os traumas de lugar

Somos aquilo que sofremos
E eu fiquei um caco
Perdi-me da rota que tracei
Imobilizei os sonhos
Rompendo todos os pendentes
De um azul-mar
Que os ondulavam de esperança

Deixei de somar e dividi o amor
Aprendi a viver pela metade
Em doses subtis de mentiras

Levou-me o desejo
De voltar a ser uma só
Sem feridas desta guerra
Que combate no meu peito

Agora sou os estilhaços
De um vaso que caiu ao chão
Sem qualquer tipo de salvação

Sou fragmentos de pedaços teus
Quando regressas?

Fotografia da minha autoria



«Em bom português»


O compromisso de abraçar a literatura portuguesa é sério e, cada vez mais, intuitivo. Porque há algo no nosso dialeto - e nos nossos escritores - que me inspira profundamente e que me faz sentir sempre em casa. Por esse motivo, sinto que tomei a melhor decisão quando, na reta final de 2020, recuperei o Alma Lusitana - cujo propósito passava por assinalar o Dia do Autor Português - e o renovei no formato de clube de leitura.

A viagem foi maravilhosa. Desde o processo de organização, até às partilhas que o enriqueceram. E não posso avançar sem mencionar o quanto estou grata por, no seu ritmo certo, ter tido outros leitores a aventurarem-se nas paragens mensais, mostrando as suas visões dos temas e as histórias que, para eles, os defendiam melhor. Esta é a prova que a comunicação - e a convivência - em rede tem muitos laços gratificantes, alargando horizontes, porque privilegia uma característica imprescindível: a identidade literária de cada um.

Chegando a este ponto de viragem, e já com o próximo ano no pensamento, faz-me todo o sentido prolongar esta iniciativa que tanto me apaixona [e que me permite orientar as leituras]. Portanto, mantendo as portas abertas para que também embarquem nesta caminhada, a Edição de 2022 funcionará nos seguintes moldes.

       


 O QUE PERMANECE IGUAL 

📚 As zonas do país que acompanham os temas;
📚 A dinâmica continuará, então, a ser feita através de temas [e não por livros específicos];
📚 Só devem selecionar autores portugueses;
📚 A participação não é obrigatória, nem inflexível. Ou seja, tanto podem participar em todos os tópicos, como podem escolher só aqueles que vos entusiasmam. Além disso, a interpretação dos mesmos é livre.

 O QUE MUDA NA EDIÇÃO DE 2022 

📚 Livrarias convidadas
Num momento inicial, ponderei alterar as zonas do país que acompanham os temas. Mas, depois, tive outra ideia para dinamizar o projeto. Assim, contactei várias livrarias independentes, através da RELI, de cada uma das localidades em questão, pedindo-lhes uma lista de sugestões que encaixasse no tópico, servindo de apoio a quem se quiser juntar ao clube e não souber que histórias escolher. Deste modo, em Aveiro, pela voz da Gigões & Anantes, e em Óbidos, pela voz d' O Bichinho de Conto, podem contar com esse mimo extra.

📚 Anúncio do tema e sugestões de livros
Esta divulgação passará a ser feita, também, aqui no blogue, através de partilhas específicas para o efeito. Este ano, limitei-me a publicar o tema na conta de Instagram d' As gavetas, mas, para 2022, criarei publicações onde poderão encontrar livros que li e/ou obras que sinto que encaixam nos temas propostos. Além disso, continuará a estar ativo, no Instagram, o destaque do Alma Lusitana, no qual integrarei as vossas leituras.

📚 A ordem dos temas
As localidades continuarão a aparecer pela mesma ordem, mas sem que estejam fixas a um mês do ano. Só por uma questão de praticidade é que mantenho este esquema, até para me orientar melhor na divulgação das sugestões literárias. No entanto, caso pretendam começar por outra ordem e estiverem sem ideias, entrem em contacto comigo, que eu faço-vos chegar a lista que estruturei para aquele tema [e que terá sete títulos].

📚 Os temas
Como seria de esperar, voltamos a ter 12, mas os tópicos são novos.


Estou muito entusiasmada para a edição do próximo ano. E será um privilégio ter-vos desse lado, se assim o pretenderem. São mesmo bem-vindos. Caso tenham alguma dúvida e/ou sugestão, podem deixar nos comentários ou enviar um e-mail para asgavetasdaminhacasaencantada@hotmail.com. Obrigada ♥

Fotografia da minha autoria



«24 portas de magia»


A passagem do tempo, nesta quadra natalícia, tem uma certa magia associada à sua essência. Sobretudo, por nos envolver numa contagem decrescente singular e misteriosa, dependendo da estratégia e/ou dos artigos que escolhermos. Afinal, por entre casas, gavetas ou portas numéricas, há um mundo infinito de possibilidades.

Quando era criança, não resistia aos Calendários de Advento de Chocolate. Mais tarde, perdi esse hábito, mas tenho acalentado o desejo de recuperar a tradição, pois acredito que fomenta o espírito da época. Portanto, tenho-me perdido de encantos por algumas sugestões que, ano após ano, determinadas marcas/lojas lançam para o mercado. Em jeito de brincadeira, em 2020, adquiri o do Harry Potter, que encontrei na Primark. E a verdade é que reavivei o entusiasmo de ir abrindo os seus compartimentos, num caminho direto até ao Natal.

Este ano, por distração, não me dediquei ao assunto, por isso, não tenho nenhum cá em casa. No entanto, através de uma pesquisa rápida, fiquei com vontade de investir em três, porque são mesmo a minha cara.





Têm algum Calendário do Advento?

Fotografia da minha autoria



Tema: O livro com a capa mais bonita

Avisos de Conteúdo: Droga, Morte, Violência Doméstica


Os contos de fadas elevam o horizonte mágico da nossa imaginação. Embora, à luz de uma maior consciência, perpetuem certos estereótipos, acredito que a pureza da sua mensagem contenha o único propósito de nos fazer sonhar - e, talvez, de nos resgatar de realidades conturbadas. Portanto, regressar a esse universo de fantasia é sempre especial. E foi embalada nesse entusiasmo que fui descobrir o livro do Pedro Rodrigues.

«A solidão tem sido uma amante cruel. 
Há muitos espaços vazios nesta casa»

Alice do Lado Errado do Espelho enlaça-nos a personagens que conhecemos da nossa infância, mas transportando-as para um contexto contemporâneo. Virando as suas histórias do avesso, a premissa é interessante, original. No entanto, ainda que reconheça que apresenta apontamentos cómicos e pertinentes, senti as narrativas pouco desenvolvidas, sem uma linha condutora que nos arrebate, porque não chegam a criar vínculos. Além disso, considero que a ligação à pandemia ficou um pouco forçada em alguns dos contos.

«Às vezes, e porque tudo parece repetir-se, num eterno 
retorno, saímos de uma prisão para entrar noutra»

A desconstrução de um mundo utópico demonstra que esta obra teria imenso potencial. É certo que se lê num sopro, mas, de um modo geral, não me cativou. Porque estava à espera que os enredos fossem impactantes, levando-nos para o lado errado do espelho, como nos promete, nas entrelinhas, a sua lindíssima capa.

«(...) farta de ter de ser a menina perfeita, a menina que todos 
olhavam como a salvadora daquele lugar esquecido pelo mundo»


|| Disponibilidade ||

Wook: Livro | eBook
Bertrand: Livro | eBook

Nota: O blogue é afiliado da Wook e da Bertrand. Ao adquirirem o[s] artigo[s] através dos links disponibilizados estão a contribuir para o seu crescimento literário - e não só. Muito obrigada pelo apoio ♥

«Ó Laurinda, linda, linda
Ó Laurinda, linda, linda
És mais linda do que o Sol
Deixa-me dormir uma noite
Nas dobras do teu lençol

[...]

De quem é este suspiro?
De quem é este suspiro?
Que ao meu leito se atirou?

Laurinda, assim que ouviu,
Caiu no chão e desmaiou

Ó Laurinda, linda, linda
Ó Laurinda, linda, linda
Não te vale desmaiar
Todo o amor que eu te tinha
Vai-se agora acabar»

Fotografia da minha autoria



... Tsundoku!

[À semelhança de tantos outros livrólicos, percebi que perpetuo um problema difícil de pronunciar. Porque a velocidade a que compro livros não corresponde àquela em que os consigo ler. Pelo meio, há alguns que vão deixando de fazer sentido descobrir, porque já não encaixam com as minhas preferências, enquanto leitora em permanente crescimento. No entanto, há títulos que apenas necessitam de um pouco mais de paciência até que os priorize. Quando adquiro uma determinada obra, faço-o com a clara intenção de mergulhar nas suas páginas. Porém, não estabeleço prazos. E, eventualmente, hei-de cumprir essa missão. Portanto, talvez não seja a personificação perfeita deste conceito - tsundoku -, mas revejo-me nos traços gerais que o definem.

A título de curiosidade, partilho os que tenho há mais de um ano em lista de espera:
📚 Jalan Jalan, Afonso Cruz;
📚 Kafka à Beira Mar, Murakami;
📚 Grande Sertão: Veredas, João Guimarães Rosa;
📚 A Náusea, Jean-Paul Sartre
📚 Sobre a Liberdade, John Stuart Mill
📚 O Tempo Entre Costuras, Maria Dueñas
📚 A Promessa, Lesley Pearse]

Mensagens mais recentes Mensagens antigas Página inicial

andreia morais

andreia morais

a escrever entre margens, poesia e sobre cultura portuguesa


o-email
asgavetasdaminhacasaencantada
@hotmail.com

portugalid[arte]

no silêncio

instagram | pinterest | goodreads | e-book | twitter

margens

  • ▼  2026 (76)
    • ▼  julho (9)
      • as coisas maravilhosas de julho
      • entrelinhas julho
      • cordão, ana freitas reis
      • o primo basílio, eça de queiroz
      • uma porta de vidro entre o céu e o inferno, susana...
      • também há rios no céu, elif shafak
      • entrelinhas junho
      • as coisas maravilhosas de junho
      • gira-discos junho '26
    • ►  junho (12)
    • ►  maio (8)
    • ►  abril (10)
    • ►  março (11)
    • ►  fevereiro (12)
    • ►  janeiro (14)
  • ►  2025 (206)
    • ►  dezembro (21)
    • ►  novembro (12)
    • ►  outubro (14)
    • ►  setembro (16)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (18)
    • ►  junho (19)
    • ►  maio (21)
    • ►  abril (22)
    • ►  março (21)
    • ►  fevereiro (19)
    • ►  janeiro (22)
  • ►  2024 (242)
    • ►  dezembro (24)
    • ►  novembro (17)
    • ►  outubro (17)
    • ►  setembro (18)
    • ►  agosto (12)
    • ►  julho (23)
    • ►  junho (20)
    • ►  maio (23)
    • ►  abril (22)
    • ►  março (21)
    • ►  fevereiro (21)
    • ►  janeiro (24)
  • ►  2023 (261)
    • ►  dezembro (23)
    • ►  novembro (22)
    • ►  outubro (22)
    • ►  setembro (21)
    • ►  agosto (16)
    • ►  julho (21)
    • ►  junho (22)
    • ►  maio (25)
    • ►  abril (23)
    • ►  março (24)
    • ►  fevereiro (20)
    • ►  janeiro (22)
  • ►  2022 (311)
    • ►  dezembro (23)
    • ►  novembro (22)
    • ►  outubro (21)
    • ►  setembro (22)
    • ►  agosto (17)
    • ►  julho (25)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2021 (365)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (31)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2020 (366)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (31)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (29)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2019 (348)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (29)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (16)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2018 (365)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (31)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2017 (327)
    • ►  dezembro (30)
    • ►  novembro (29)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (17)
    • ►  julho (29)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (24)
    • ►  abril (28)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (20)
  • ►  2016 (290)
    • ►  dezembro (21)
    • ►  novembro (23)
    • ►  outubro (27)
    • ►  setembro (29)
    • ►  agosto (16)
    • ►  julho (26)
    • ►  junho (11)
    • ►  maio (16)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (29)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2015 (365)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (31)
    • ►  setembro (30)
    • ►  agosto (31)
    • ►  julho (31)
    • ►  junho (30)
    • ►  maio (31)
    • ►  abril (30)
    • ►  março (31)
    • ►  fevereiro (28)
    • ►  janeiro (31)
  • ►  2014 (250)
    • ►  dezembro (31)
    • ►  novembro (30)
    • ►  outubro (28)
    • ►  setembro (23)
    • ►  agosto (13)
    • ►  julho (27)
    • ►  junho (24)
    • ►  maio (18)
    • ►  abril (16)
    • ►  março (14)
    • ►  fevereiro (11)
    • ►  janeiro (15)
  • ►  2013 (52)
    • ►  dezembro (13)
    • ►  novembro (10)
    • ►  outubro (9)
    • ►  setembro (11)
    • ►  agosto (9)
Com tecnologia do Blogger.

Copyright © Entre Margens. Designed by OddThemes